Refugiar-se

Preto no branco, é impossível não personalizar esta questão. Dá-me um nó no coração abrir o facebook e ver comentários que destilam ódio. Sou mulher, portuguesa, oriunda de um cruzamento entre um alentejano e uma indiana. Vivi a minha infância e juventude num subúrbio de Lisboa que, segundo alguns, não é sítio para se ver crescer … Continue a ler Refugiar-se