Massagem ao bebé – A importância do toque

Sinto a tua pele, macia como a seda. O teu cheiro a bebé vicia, os sons que fazem são música para os meus ouvidos. Ver-te é a luz do meu dia. Beijo-te sempre que posso.

Quando choras, perco o chão. Faço tudo ao meu alcance para te acalmar. Sofres, sofro, não sei o que fazer. Neste carrossel de emoções, vivo o dia-a-dia da maternidade.

Mas… e se fosse diferente? Continuar a ler

Carrega o teu bebé

Como toda a grávida que se preze, adquiri o meu pouch sling ainda antes do meu filho Gui nascer. Isto foi há cerca de 4 anos e meio. A principal preocupação era a escolha do padrão do tecido e, claro, o tamanho do sling em si. Depois, podia fazer matchy-matchy com o porta-chuchas, tapa-ovinho, fraldas, avental de amamentação (sobre isto falarei noutro texto), e toda a parafernália que achamos ser necessário ter quando esperamos o primeiro filho.

E em relação à segurança? E ao conforto do bebé? E ao meu próprio conforto?

Não se falava muito nisso. Continuar a ler

Vacinas – Acalmar a dor

Vacinar os nossos filhos não é algo tranquilo, nem para os filhos, nem para os pais. Vacinamos a pensar no seu futuro e de quem os rodeia. Mas, o momento em si, pode ser gerador de tensão para a família, bem como as horas seguintes, devido aos efeitos secundários da vacina.

Ontem fui com a minha Bia (7 meses) para mais uma dose. É mesmo caso para dizer… é dose! Somos utentes num Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) que é Amigo dos Bebés. No entanto, nas primeiras vacinas, quando pedi para amamentar durante o ato, foi-nos sugerido que deitássemos a bebé e só de seguida Continuar a ler

12 Passas, 12 Desejos

Quando um bebé nasce, muda tudo. Acabam-se as noites bem dormidas, a liberdade, ganham-se novas responsabilidades. Parece uma escolha absurda que a biologia nos obriga, a bem da preservação da espécie. Escrevo a propósito da noite de ontem.

Nunca fomos de grandes celebrações na passagem do ano. Festa com hora marcada, tudo caro fora de casa, muito sono à meia-noite. Todos os anos a indecisão sobre o que fazer e acabávamos sempre por passar no conforto do lar. Umas vezes ganhámos coragem para ver o fogo-de-artifício, noutras nem por isso.

Mas no ano em que o Gui nasceu, sentia-me em prisão domiciliar. Não que eu quisesse sair, Continuar a ler

Então e dá boas noites?

Embala, adormece, pousa, acorda, chora. Pega de novo, embala, adormece, pousa, acorda, chora. Repete, repete, repete. Até à exaustão, da mãe, do pai, do bebé. Durante 9 meses o bebé está habituado a calor, movimento, contacto, alimento, tudo de uma forma contínua. De repente, é espremido, está cá fora neste mundo, num mundo em que se fala de manhas e o importante é Continuar a ler

O pós-parto do Gui

Um bebé tranquilo, que dormia a noite toda, não chorava e ia ao colo de toda a gente com satisfação. Estão a ver como é um bebé assim? Eu também não. Esta não era a descrição do meu Gui.

Duas semanas após o parto, fiquei internada no hospital por 8 dias, com umas febres malucas que teimavam em não passar. 3 antibióticos diferentes para a veia, mais o soro, mais um bebé para amamentar, num hospital em que só podia ter o acompanhante comigo entre as 12h-20h. Sabem a tortura do sono nazi? Assim estava eu. Ou era ele que Continuar a ler