Luta contra o sono

“Existem adultos que não sabem ler ou que não sabem geografia porque ninguém os ensinou. Mas não há ninguém que não saiba dormir. Dormir, como comer, respirar ou andar, não é um comportamento aprendido. Todos nascemos a saber dormir, comer e respirar, e começamos a andar quando atingimos a idade adequada, sem que ninguém nos ensine. O que podemos é aprender a modificar de uma forma específica esse comportamento inato. Todos sabemos comer, mas para comer com pauzinhos Continuar a ler

Quando não pegar ao colo, por Carlos González

“Quase me custa a acreditar que levar as crianças ao colo seja tão importante. Se tudo aquilo que diz é verdade, devemos mesmo tomar nos braços os nossos filhos, não é verdade? Mas, atenção, há algumas excepções. Não é aconselhável pegar-lhe ao colo:

– Se estiver nervoso, porque seguramente lhe irá transmitir o seu estado de nervosismo
– Para que se cale
– Para o adormecer
– Quando… Continuar a ler

O poder de dizer basta!

Uma mulher tem um quintal. Este quintal fica no meio da cidade, rodeado por outras as casas e prédios. Esta mulher tem vizinhos que não gostam do barulho de bebés e crianças e que os mandam calar, mesmo quando tudo o que estão a fazer é brincar, sem grande algazarra.

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Ele nunca conta nada!

Quantas mães não repetem esta frase? O filho (ou a filha) não contam nada da sua vida, não conversam, não partilham o que lhes vai na alma. Elas bem tentam, perguntam o que se passa, mostram interesse, insistem, persistem. E quanto mais o fazem e menos resposta obtêm, maior a frustração. E maior a cobrança.

Muitas mães e pais têm a expectativa de que é Continuar a ler

Vender a alma ao diabo?

Eu sou do marketing. E também sou da amamentação.

Tenho o bom-senso de perceber que ainda bem que existe leite artificial. Que os bebés já não têm que beber leite de vaca em natureza ou leite condensado (como o Continuar a ler

Amamentar, de coração cheio

Fotos românticas de mães, com ar sereno e composto, a amamentar os seus bebés. “O melhor presente que lhe poderia dar.” Tudo fácil, tudo simples, tudo tranquilo.

E quem fala nas gretas, nas posições, nas noites mal dormidas, no bebé que chora e não sabemos como acudir? Ganha pouco peso (seja lá isso o que for), dorme pouco (seja lá isso o que for), toda a gente opina sobre aquele pequeno ser que acabou de chegar a este mundo.

Amamentar, algo natural mas que nem sempre vem com naturalidade.

Perante os problemas, muitas mães procuram Continuar a ler

12 Passas, 12 Desejos

Quando um bebé nasce, muda tudo. Acabam-se as noites bem dormidas, a liberdade, ganham-se novas responsabilidades. Parece uma escolha absurda que a biologia nos obriga, a bem da preservação da espécie. Escrevo a propósito da noite de ontem.

Nunca fomos de grandes celebrações na passagem do ano. Festa com hora marcada, tudo caro fora de casa, muito sono à meia-noite. Todos os anos a indecisão sobre o que fazer e acabávamos sempre por passar no conforto do lar. Umas vezes ganhámos coragem para ver o fogo-de-artifício, noutras nem por isso.

Mas no ano em que o Gui nasceu, sentia-me em prisão domiciliar. Não que eu quisesse sair, Continuar a ler

Sobre a coragem

Ele diz-me que tem medo de cortar as unhas e eu canto “forte e corajoso, bombeiro Gui!!” como se fosse o bombeiro Sam na manicure. Fala-se muito sobre coragem, sobretudo quando falamos sobre bombeiros e salvamentos.

Hoje foi ver a fanfarra dos bombeiros e vestiu-se a rigor. Conta a avó que Continuar a ler

Confiem no pai!

Imagem: Um homem sozinho com um bebé ao colo. O que pensam as pessoas? O que pensarão homens, novos e velhos, mulheres, solteiras ou casadas? Querem apostar?

Com o meu regresso ao trabalho, as minhas crianças têm ficado com Continuar a ler

O pós-parto do Gui

Um bebé tranquilo, que dormia a noite toda, não chorava e ia ao colo de toda a gente com satisfação. Estão a ver como é um bebé assim? Eu também não. Esta não era a descrição do meu Gui.

Duas semanas após o parto, fiquei internada no hospital por 8 dias, com umas febres malucas que teimavam em não passar. 3 antibióticos diferentes para a veia, mais o soro, mais um bebé para amamentar, num hospital em que só podia ter o acompanhante comigo entre as 12h-20h. Sabem a tortura do sono nazi? Assim estava eu. Ou era ele que Continuar a ler