Bia

Chegaste ao meu ventre de mansinho… O teu irmão tinha feito 3 anos e não podíamos ter recebido melhor presente. “Tens a certeza? Como é que isso foi acontecer?” perguntou-me o teu pai, entre um baloiço e um escorrega, quando lhe confidenciei que vinhas a caminho. Foste feita no Outono e irias chegar no pico do Verão. O inesperado levou-me à introspeção e assim fiquei até agora, 1 mês depois do teu nascimento. O teu irmão, desde que soube da notícia, que dizia que “era uma mana”.

Vivi esta gravidez de forma muito tranquila e feliz. Fiz a minha vida normal até às 40 semanas: dei banho ao teu irmão, peguei nele ao colo sempre que pediu e dormimos juntos quase até ao fim (não foi mais tempo porque mal me conseguia levantar do nível do chão e porque quisemos que compreendesse que vinhas a caminho e precisarias de leite durante a noite). Os meus pés que chegaram ao tamanho 39/40 caminharam muito até à praia e muitos mergulhos de mar demos nós as duas. Foi uma gravidez abençoada, como nunca pensei que pudesse ter uma.

Bia, minha Beatriz, que rima com feliz. Que o sejas, muito, sempre, pela tua vida fora.

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